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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Vídeo | Bep Kororoti

Bep Kororoti é uma lenda dos índios Kayapo (Alto Xingu) traduzida pelo indigenista João Américo Peret, que trabalhou na equipe de sertanistas da SPI/FUNAI de 1950-1970 e juntamente com Cícero Cavalcante relatou e fotografou pela primeira vez em 1952 o ritual de culto a Bep Kororoti. Assista ao vídeo.



Bep Kororoti, um deus astronauta

Erich Von Daniken visitou a América do Sul onde passou uma longa jornada nas cabeceiras do Amazonas. Ele foi convidado pelos índios Caiapós para assistir um ritual anual muito interessante. Um importante festival dedicado a Bep-Kororoti – seu Mestre celestial.

Representação de
Bep-Kororoti -1952
Essa história foi registrada pela primeira vez para os “civilizados” pelo Sr. João Américo Peret nos idos dos anos 50 e se espalhou entre os interessados em Ufologia. Um ritual passado de geração a geração que pode ser bem compreendido por quem tem mais informação a linkar.

Esse ritual dos Cayapós sobre Bep-Kororoti fala sobre um guerreiro vindo do espaço que foi adorado por muitas tribos nos trechos superiores do rio Xingu. Narra a lenda que esse ser vindo do céu saiu de dentro de suas "vestes" e revelou-se de pele clara, bonito e gentil. 

E esse é o meu resumo, bem raso de toda a história:

Era uma vez nas montanhas do Brasil...
Do alto das colinas de Poukato-Ti de repente houve se um estrondo terrível na mata. Os índios que por ali passavam observaram um ser diferente que usava roupas estranhas que o cobria da cabeça aos pés. Em sua mão segurava uma arma terrível o 'Kop', uma arma trovão que saía um raio devastador o que fez com que todos os moradores da aldeia se escondessem com medo no interior da floresta.

Os homens da tribo não tinham coragem para sair do esconderijo. Eles tentaram proteger as mulheres e crianças, mas alguns guerreiros foram enfrentar e tentar abater o temido estranho vestido com “bo” - traje de luz ofuscante. Suas lanças e flechas eram inúteis, pois quebravam quando atingiam sua estranha roupa.

A tradição dos Cayapós conta que este estranho educado e pacífico ser de pele brancaapelidado de Bep-Kororoti, que pode ser traduzido como “veio do céu”, apesar de todos os ataques violentos dos índios contra sua intrusão, não demonstrava fúria ou reação aos índios, permanecendo na aldeia entre os nativos ainda assustados.

Com o tempo, os índios gradualmente se acostumaram com a sua presença, cessando o ataque e se confraternizando aos poucos com o invasor. Especialmente porque logo observaram que o “novo líder” era muito inteligente e “justo”.

Bep-Kororoti ensinou as pessoas a construir casas. Apresentou novas formas de caçar, o que tornou a tribo a considerá-lo um deus - forte e poderoso. Ele mesmo construiu uma casa especial – uma escola, onde ensinou as crianças tudo sobre a vida.

Curiosamente o deus tinha uma “arma” para as crianças que não desejavam aprender o que ele dizia. Bep-Kororoti obrigava-os a ouvir - ele tinha a capacidade de causar paralisia em humanos e reprimir a sua vontade.

Como vê, um deus muito “bonzinho”, como tantos outros.

deus Bep-Kororoti era capaz de matar animais sem causar-lhes lesões, mas elenunca comia sua carne, dando tudo aos indígenas Cayapós. Bep-Kororoti “casou-se” com a garota mais bonita da tribo e tiveram muitos meninos e apenas uma menina.

Meninos são reprodutores de uma nova raça e esses “filhos de Deus” diferiam das outras pessoas da tribo no quesito inteligência e beleza (mistura ariana?)

Mas um dia o deus Be Kororoti decidiu voltar pra casa.
Depois de anos vivendo em paz e feliz entre os índios, de repente começou a agir estranhamente. Vestiu seu “bo” – roupa e equipamento espacial - e anunciou a todos que o seu tempo na terra findará, deveria voltar para sua casa. 

Pediu que ninguém o impedisse e tão pouco o seguisse quando subisse as montanhas. Ele levou sua arma terrível e seguiu para a colina pukat-Ti de onde surgiu.

Mas apesar de sua proibição explícita, um grupo de jovens curiosos o seguiu sorrateiramente e viram quando “Deus sentou-se em uma casa enorme” que imediatamente gerou muito fogo, logo houve um terrível trovão, e a casa levantou e voou para o céu.

As conseqüências deste incêndio deixado pra trás foram terríveis - todas as árvores da área ficaram queimadas pelo fogo, e todos os animais fugiram e foram para outros lugares. A Tribo não tinha o que comer e começaram a morrer de fome e tristeza.

Então a única filha de Bep-Kororoti - Nio-Pout - disse ao marido que ela sabia como encontrar o alimento para toda a aldeia. Eles foram para as montanhas onde procuraram por muito tempo um tipo “especial de árvore”. Quando a encontraram, ela entrou e de repente houve uma explosão de novo, e Nio-Pout voou com “a árvore” em direção ao céu.

Nio-Pout e seu marido voltaram para a aldeia e trouxeram consigo uma série de alimentos sem precedentes. Além disso, Nio-Pout trouxe muitas sementes de plantas diferentes e mostrou como plantar e cuidar delas. Assim, os índios tiveram muitas novas plantas, incluindo os tubérculos de mandioca, que ainda é o alimento básico no Brasil.

Bep-Kororoti foi eternizado entre os índios Cayapós através de rituais contados e dançados para futuras gerações. 

Daniken descreveu esses rituais dos índios e toda a narrativa em seus livros e em documentários, mas parece que isso não leva a curiosidade de pesquisadores, pois poderia abrir um portal muito perigoso para a raça humana.

Esse “portal” não é um lugar, mas uma PERCEPÇÃOUm olhar específico para determinados fatos e contextos que poderiam provar teorias de que os “deuses” são estrangeiros - aliens – arianos, os mesmo que dominam o planeta nesse exato momento da humanidade.

O "traje" criado pelos indígenas é completamente fechado, não há buracos para os olhos, boca ou nariz. Há uma vara em sua mão, simbolizando a arma de raios que o deus carregava com ele.

Em 1980, um pesquisador alemão Wolfgang Zibenhar em uma viagem através da Polinésiaficou chocado quando viu os nativos usando um traje para danças rituais de palha, que é coroado com uma tampa, muito semelhante a um capacete. Este equipamento é similar aos trajes do deus dos índios Cayapós no Brasil.  

O mesmo deus com outro nome?
Além disso, os polinésios tinham o mesmo cetro ritual simbolizando arma trovejante de sua divindade chamada Maui. Maui era capaz de fazer um monte de coisas interessantes e misteriosas, deu fogo para as pessoas e ensinou-lhes tudo o que sabem.

Esta semelhança nos figurinos e mitologia dos povos que vivem tão distantes geograficamente pode provar que Bep-Kororoti e Maui – são a mesma divindade que se movia através do céu e ensinava os nativos novas tecnologias – do mesmo jeitinho que estão fazendo agora conosco.

Há referências a estas entidades na Bíblia, na arte antiga e outros textos. Eles estão todos ligados com os mitos sobre a criação do planeta, material fartamente encontrado em todas as civilizações antigas. 

Registros das imagens que mostram os membros da tribo Cayapos em seu traje tradicional de palha foram feitas pela primeira vez pelo Dr. Peret  em 1952 - ou seja, quase 10 anos antes da exibição dos trajes espaciais dos primeiros astronautas.

Na descrição dos Mahabharata da Índia, assim como o Bep-Kororoti brasileiro - ambos possuíam um veículo voador capaz de destruir tudo a sua volta. Mahabharata é uma espécie de Bíblia indiana e tem sido descrito como "o poema mais longo já escrito"

Os exemplos de arte rupestre encontrados nas cavernas espanholas de Ojo Guarea e Altamira,e os franceses em Lascaux e Font de Gaume, exibem desenhos, espalhados ao longo de muitos quilômetros de deserto: com estranhos capacetes e figuras com antenas, muitas vezes flutuantes na ausência de gravidade, painéis solares, estações espaciais, esferas flutuantes contendo figuras humanóides – uma tradução simplista do artista que testemunhou uma era moderna ou mundo futuro que provavelmente findou em algum momento no espaço tempo...

laura botelho

Bep Kororoti

Há muitos anos em uma aldeia Kayapó (Kaiapó ou Caiapó) na serra de Pukato-ti no Pará, segundo a história contada por Güey-babã para João Américo Peret, grandes explosões, clarões, fumaça e raios foram vistos e ouvidos pelos antigos indígenas. Dizem eles que de uma canoa voadora que pousou sobre um morro/montanha, desceu um ser alto com roupa grande, larga e branca - . Eles o chamaram de Bep-Kororoti, "vindo do céu".

Muitos fugiram para a floresta e alguns ficaram na tentativa de defesa. Os Kayapós atacaram o intruso, mas todos que tentavam tocar o , caíam ao chão com dores nas mãos e alguns até desacordados, provavelmente deveria ser choque elétrico, mas eles não faziam ideia do que seria eletricidade. Aos poucos os Kayapós perceberam que ele não atacava, apenas se defendia, foi quando empunhando uma espécie de cajado que eles chamam de Kob (arma de trovão) o ser reduziu a pó uma pedra e depois uma árvore e assim os Kayapós viram que se ele quisesse teria feito o mesmo com eles e aos poucos eles foram se acalmando e se tornando amigos, mesmo assim, raramente era visto sem .

Bep-Kororoti aprendeu a caçar com os Kayapós e se tornou muito bom nesta atividade. Foi aceito como guerreiro e se casou com uma mulher da tribo. Bep-Kororoti teve filhos homens e uma menina, ela se chamava Nyobogti. Ensinou muitas coisas que até hoje os tribos Kayapós seguem. Ele participou na construção da "casa dos homens" ou Ng-ob, uma espécie de escola que mantém os costumes indígenas aos jovens. Criou um conselho para discussões de assuntos da tribo. Quando faltava alimentos, Bep-Kororoti empunhava seu Kob e matava animais sem ferí-los.

Um dia Bep-Kororoti reuniu sua família, menos sua filha Nyobogti, e partiu em sua canoa. Pelo que parece, outro ser bem parecido fisicamente também esteve e causou mortes, fome e destruição.
Nyobogti sabia que era filha de Bep-Korororti e dizia saber como conseguir alimentos. Já era mãe de um menino e estava casada com um guerreiro quando resolve ir até a serra de Pukato-ti com o marido.

Ao chegar em um determinado local, Nyobogti procura por uma "árvore específica" e ao encontrá-la, senta-se com seu filho no colo. Nyobogti pede para que o marido dobre os "galhos" da "árvore" até que atinjam o solo. Depois uma forte explosão novamente acompanhada de nuvens e trovões faz com que a "arvore" suba para o céu deixando o marido sozinho por dias e noites.
Um dia, ele ouve novamente um estrondo e ao retornar ao local ele vê que a "árvore" estava de volta ao mesmo local e Nyobogti estava lá com seu pai, Bep-Kororoti. Eles traziam muita comida e era diferente de tudo que os Kayapós conheciam.
Bep-Kororoti volta para a árvore e parte novamente para o céu. Sua filha Nyobogti retorna com o marido para a aldeia e divulga a mensagem de ordem de Bep-Kororoti:

"Todos devem sair da aldeia e refazer suas casas em determinado local na serra Pukato-ti onde receberão comida. Deverão guardar sementes de frutos, verduras e arbustos até as próximas chuvas para deitá-las na terra para gerarem nova colheita"


A tribo prosperou e se espalhou desde as montanhas até o horizonte.

Representação de Bep-Kororoti usando o Bô (traje) e o Kob (arma de trovão)
Em 1962, com o sertanista Francisco Meirelles e o indigenista Cícero Cavalcante, João Américo Peret documentou o ritual sagrado de Bep-Kororoti que muito antes do primeiro astronauta andar na lua, o ritual mostra os movimentos de um homem com sua roupa especial () de forma bem similar e lenta, imitando os movimentos de Bep-Kororoti.